segunda-feira, agosto 14, 2006

Olhando Poty


Orvalho limo álcool
As porras das pedras do Largo estavam escorregadias
Equilíbrio

A madrugada é mais fria para o solitário

Sentar em um ponto de ônibus qualquer e esperar
O dia vai amanhecer em duas horas
Trazer um ônibus para me levar
O orvalho virou garoa fina
Molhando a luz do holofote
Que acende o mural do Poty
Os homens de mãos e pés grandes
A raia colorida
Um tatu ao lado do tubo do ligeirinho
Casinhas de madeira
Pinheiros pinhões
É bonito?
É Curitiba?

MAS CADÊ A MINHA CURITIBA, PORRA!?!?!?

Um comentário:

Anônimo disse...

vai lá grava rapá??

rodrigo

30160409